Prevenção ajuda mulheres a evitar doenças


A prevenção é o caminho que as mulheres têm para enfrentar os riscos de diversas doenças que afetam principalmente as pessoas do sexo feminino. No mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a saúde deve ser vista como prioridade para todas. Na atual sociedade, o estilo de vida com muitos afazeres e até mesmo a disposição genética podem comprometer o bem-estar feminino.

“As mulheres estão sempre mais atentas do que os homens na questão de prevenção. A maioria vai com maior frequência ao médico e adota medidas preventivas”, analisa Dr. Pedro Oliveira, diretor médico da ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos.

Levantamento do Inca aponta ainda que o câncer de colo do útero é o segundo tumor mais comum entre as mulheres no país e responde por cerca de 230 mil óbitos por ano no Brasil. Entre os fatores de risco, o médico explica que o uso prolongado de contraceptivos, tabagismo e o Papilomavírus Humano (HPV) são fatores desencadeadores do tumor. Segundo ele, alguns sintomas surgem na fase inicial da doença, como sangramento vaginal, corrimento vaginal de cor escura e com mal cheiro. Hemorragias, dores lombares e abdominais, perda de apetite e peso são sintomas mais comuns na fase mais avançada da doença. “A orientação é a mesma para esse caso. As medidas preventivas, como visita regular ao médico, são indispensáveis no diagnóstico da doença e no tratamento logo no seu início”, aponta Dr. Pedro.

A fibromialgia é uma síndrome clínica que cada vez mais preocupa os profissionais de saúde e que afeta muito mais as pessoas do sexo feminino. Ela causa dor no corpo todo e os pacientes têm dificuldades de dizer se a dor é nos músculos ou nas articulações. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, no país, cerca de 2% a 3% das pessoas têm a doença, que afeta mais as mulheres e costuma surgir entre 30 e 55 anos. “As pacientes com essa doença devem procurar um especialista. A fibromialgia não é fatal, mas ainda não foi descoberta a cura e o tratamento pode oferecer grandes melhorias”, explica o médico.

“É indiscutível que as medidas preventivas podem ajudar no bem-estar das mulheres acometidas por essas doenças. Por isso, é indispensável a visita regular ao médico e a realização de alguns exames”, explica Dr. Pedro. Ele lembra ainda da importância de seguir uma vida com hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e exercícios físicos regulares.

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